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Paisagemviva

Sempre verde, azul e perfumada pelas flores...

Paisagemviva

Sempre verde, azul e perfumada pelas flores...

12
Mai10

Sentimos por sentir

paisagemviva2

Nós sentimos na pele a dor,

da privação, do sofrimento, do desprezo,

sentimos na pele o medo

a honra levou-a o vento,

a voz foi atrás da honra,

a batalha só por mais um dia,

o trabalho faz falta,

a fome já a sentimos, já chega,

suportamos tudo em silêncio,

sentimos tudo em silêncio

Deixamos de gritar

aderimos às regras

o resto... não interessa,

apenas um dia de cada vez

O amanhã interessa?

Quem sabe ? talvez...

16
Jul08

Chefias... para quê?

paisagemviva2

Li um artigo, com o título acima referido, fascinante de uma revista - Pessoal -  e adorei.

Realmente nós ao fim e ao cabo já somos crescidinhos e portanto já concluímos a escola há alguns anos, supostamente somos responsáveis pelos nossos actos e deveres diários, portanto seria desnecessário investir tanto em tantas chefias, pois sai caro e limita a atribuição de prémios e promoções por falta de PLAFOND, certo???????

 

Segundo o artigo:

 

"(...) Do ponto de vista da gestão, e teoricamente, os "self managed teams" só têm vantagens: reduzem chefias intermédias, e consequentemente custos, e criam situações de maior autonomia e motivação para os executantes. Os casos de sucesso são frequentes nos países nórdicos e em Portugal são paradigmáticos a DHL e o banco ABN."

 

e pronto o autor desta missiva tem razão.

 

Segundo o autor o facto de existir um grupo a desempenhar um trabalho, não quer dizer que seja uma equipa, tem toda a razão.

 

Talvez os portugueses não estejam preparados para tal responsabilidade ou talvez sim, porque não tentar?

 

Afinal já não somos crianças e apesar da falta de civismo há que crescer/amadurecer e atribuir/assumir responsabilidades.

 

Paisagemviva

15
Fev08

Fazer o trabalho que não nos compete...

paisagemviva2
Compra de casa passa a benefício no IRS


As despesas com juros e amortização de empréstimos para compra de casa deixaram de ser consideradas uma dedução, tendo passado para o grupo dos benefícios fiscais. Esta mudança, garante o Ministério das Finanças, não é qualitativa, visando aumentar a informação para a DGCI poder alargar o pré-preenchimento das declarações do IRS.

A lei do Orçamento do Estado para 2008 introduziu uma alteração ao Código do IRS que vai obrigar os bancos a informar a DGCI sobre os montantes que os seus clientes pagaram para amortizar os empréstimos. Esta informação tem de ser prestada pelo banco até Fevereiro do ano seguinte. Além do empréstimo da casa, também os prémios de seguros de vida, acidentes pessoais e saúde foram reclassificados como benefício fiscal, com o mesmo objectivo, afirma o Ministério das Finanças, de a DGCI ter acesso a informação para o pré- -preenchimento. Actualmente, as declarações electrónicas de IRS já têm a indicação da retenção na fonte e as aplicações em fundos de pensões e outros regimes complementares de segurança social. Lucília Tiago

 

Jornal de Notícias

 

Mais uma vez se prova que a DGCI tem acesso a toda a informação sobre a nossa vida económica. Melhor do que ninguém, sabe qual é o poder económico dos portuguesas.

Se podem preencher a Declaração praticamente sem a nossa ajuda para quê nos incomodarem com este dever que nos transcende.

A maior parte das pessoas não percebe do assunto e provavelmente grande parte é prejudicada por isso.

Além disso matamos-nos a poupar para pagar a casa e termos uma vida melhor, mas parece que isso não nos convém, pois até essa informação as finanças pretendem, para quê?

Acordemos para uma situação que cada vez mais se verifica neste país, eles  (diversas entidades "empresariais" poupam em empregados porque o portuguesito faz o trabalho deles, senão vejamos:

1 - Vamos ao café pagamos pelo que consumimos, temos que levantar a mesa para poder usufruir dela e a seguir ainda temos que nos servir e talvez levantar a mesa após utilizá-la;

2 - Temos que dar as contagens da água, luz, etc, para não ficarmos prejudicados quando chegar a altura dos acertos;

3 - Nos transportes, temos que seguir como ovelhas através de passagens minuscúlas e levamos imenso tempo a conseguir porque só passa um de cada vez, assim poupam nos fiscais;

4 - Etc...

Por este andar onde vai parar a nossa sociedade?

Deixamos de dormir para fazer o nosso trabalho e o dos "outros"?

 

Paisagemviva

31
Jan08

Reformar? Activos precisam-se!

paisagemviva2

 

Os diplomas, publicados quarta-feira e que entram hoje em vigor determinam que as juntas médicas da Caixa Geral de Aposentações (CGA), da ADSE e das comissões de verificação de incapacidades no âmbito da Segurança Social passam a ser compostas exclusivamente por médicos e uniformizam todos os procedimentos nesses casos.

Anteriormente, as juntas da CGA e da ADSE eram compostas por dois médicos, mas presididas por um director de serviços ou representante do organismo. 

A nova lei também permite, no âmbito da CGA, aos requerentes pedirem nova avaliação do seu caso, designadamente através de um exame médico, por uma junta de recurso que, com as novas regras, passa a integrar um médico indicado pelos requerentes.

A junta passa a ser composta por três médicos, a quem compete apreciar o processo clínico do requerente com base nos dados recolhidos pelo médico relator.

 

Mais aqui:

http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=78253

 

Paisagemviva

14
Jan08

Mulheres e saúde

paisagemviva2

Caros aqui está um assunto sobre o qual poucos se manifestam, sendo bastante importante para todos, não só para as mulheres, apesar de ainda no nosso meio social ser a mulher a mais afectada com estas circuntâncias.

 

Esta entrevista foi realizada a Carlos Oliveira Santos, 54 anos, tem o Course of Social Marketing in Public Health da University of South Florida e na sequência da entrevista esta parte em especial chamou-me a atenção:

 

Coloca bastante ênfase no preço de produtos e serviços, ainda que imateriais, na perspectiva de um acesso mobilizador por parte das pessoas destinatárias. Como é que se determina esse preço de bens imateriais?
Dou-lhe um exemplo. Em Portugal, a percentagem de mulheres que, em idade própria, não fazem prevenção de cancro de mama é muito alta. Cerca de 45 %, tanto quanto sei. Se criarmos acções que visem a redução significativa desse valor temos de entender a questão do preço, ou seja, o custo que é para uma mulher deslocar-se regularmente a um exame mesmo que gratuito. Na azáfama da vida, uma mulher que viva entre o trabalho e o tratamento dos filhos, por exemplo, tem um custo enorme quer material (faltar ao trabalho, deslocar-se, assegurar a guarda dos filhos) quer imaterial (decidir-se a ir, vencer o receio do resultado, deixar-se examinar, preocupar-se com o assunto). Se tivermos em conta estes custos, podemos criar factores de preço na perspectiva de um equilíbrio de custos que incentivem a participação e ultrapassem certos obstáculos. Podemos criar acordos com empresas que permitam a ausência do trabalho, para a realização desses ex! ames. Podemos criar unidades próprias, acolhedoras, em que a pessoa se sinta bem incentivada, com guarda dos filhos, com serviços como estacionamento gratuito em espaços próximos, podemos conceber serviços móveis… Enfim, através da pesquisa, uma correcta avaliação e gestão dos custos sociais que a mudança do comportamento implica para os envolvidos, traz melhores resultados na sua adopção.

 

Isto porque geralmente nós, não só as mulheres, delegamos os assuntos relativos à nossa saúde para último lugar, em prol dos filhos e do trabalho, certo?

Paisagemviva

12
Nov07

Injustiças...

paisagemviva2

Viana do Castelo, 05 Nov (Lusa) - Uma funcionária pública, que estava de baixa há três anos, regressou hoje ao trabalho por ordem da Caixa Geral de Aposentações (CGA), mas vai cumprir o horário laboral encostada a uma parede dado que mal se consegue mexer.

"Venho para aqui fazer sala e, mesmo assim, vamos ver quanto tempo aguento nesta posição", disse Ana Maria Brandão depois de, com muito custo e com a ajuda do pai, ter conseguido subir os cinco degraus que dão acesso à Junta de Freguesia de Vitorino de Piães, em Ponte de Lima, onde é funcionária administrativa.

Mais aqui:

http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/9heWQII4TEBlOFTOpS38vQ.html

 

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